A Festa
Estrutura

ADEGA: UM AMBIENTE IDEAL PARA O VINHO


Desde o evento de 2016 a Adega ou Casa do Vinho está entre as novidades oferecidas ao público da Festa da Polenta.  O espaço oferece uma carta de vinho bem completa, com diversas opções de uvas como cabernet, primitivo, syrat e carmenere.


Próxima ao palco do galpão de alimentação do Centro de Eventos, a Adega proporciona as condições ideais para o consumo da bebida durante o evento e é um espaço propício para o encontro dos apreciadores da bebida.


A equipe de voluntários responsável pela Adega trabalha para oferecer o vinho da melhor forma a ser consumido pelos apreciadores, que geralmente fazem parte do público mais exigente. Com a nova estrutura, o vinho é disponibilizado na temperatura ideal, que é em torno de 16 a 17ºC. O espaço conta com um depósito especial climatizado com ar condicionado.


A Adega está localizada num ponto estratégico, de onde se pode curtir e apreciar o movimento dos outros espaços com conforto e tranquilidade.  Com dimensão de 13m x 13m, o espaço conta com mesas e cadeiras para melhor acomodar o público que aprecia a bebida e um bom papo.


 


O ARMAZÉM DA POLENTA: O PONTO CERTO PARA COMPRAR UMA LEMBRANCINHA TÍPICA


Dentro do Centro de Eventos, o Armazém da Polenta funciona numa edificação especialmente projetada para esse fim. Com uma fachada que faz a releitura de uma venda antiga que ainda existe na Fazenda do Centro, em Castelo. O espaço também reaproveita balcões e peças antigas de casas comerciais para que o público entre no clima nostálgico das primeiras décadas da imigração italiana.


Localizada ao lado do Puxadinho da Nonna, o Armazém abre suas portas durante a programação diurna da Festa para vender os souvenirs do evento. Boinas, chaveiros, taças, canecas e xícaras então entre as peças alusivas à cultura do imigrante italiano e à Festa da Polenta.


Dentro das variedades de produtos com a marca do evento, também são ofertados aventais, porta-chaves, chaveiros e penduradores de toalha. Várias peças são encomendadas de artesãos locais, dentre elas o 'Polentinha', que é o mascote da Festa da Polenta.


 


HISTÓRIAS, BORDADOS E QUITUTES NA CASA DA NONNA


Todos os anos o sucesso da Casa da Nonna se repete com aquilo de melhor as voluntárias oferecem: muita prosa e alimentos saborosos.  Localizada logo na chegada do Centro de Eventos, é uma visita obrigatória antes de se divertir no agito dos três galpões.


O espaço oferece cenas singelas como as nonnas sentadas tricotando e bordando e sempre prontas para uma foto com os turistas. E no fogão à lenha, o cheiro da polenta, da banana cozida e da pamonha é motivo para permanecer mais tempo no local.


Alguns elementos estão entre os preferidos do público, como as janelas servindo de cenário para as fotos, o varal de calçolas, a horta, a raspa de polenta para degustação... Tem ainda o quarto da nonna, no andar superior, que sempre fica lotado de turistas todos os dias de Festa.


Os turistas ficam encantados com as voluntárias, sempre dispostas a dar uma atenção. Sentada nas poltronas, as bordadeiras explicam os costumes locais para os turistas e as cozinheiras fornecem a deliciosa polenta brustolada e outras delícias capazes de aquecer qualquer coração.


Um fogão a lenha está no centro da cozinha da Casa da Nonna. A polenta preparada na panela de ferro com água fervente está entre os principais rituais domésticos ainda mantidos em várias casas locais.


 


COZINHA: ONDE BATE O CORAÇÃO DA FESTA DA POLENTA


Desde a primeira Festa da Polenta, em 1979, a cozinha vem evoluindo, com aquisições de utensílios e aprimoramento na sua organização e no treino dos voluntários, cada vez mais capacitados para produzir com qualidade e em quantidade. 


Num trabalho que começa na quinta-feira que antecede a Festa e só termina na segunda-feira, quando todos os utensílios estão limpos e guardados, a equipe da cozinha produz macarrão, molho, carne de frango frita e capelete para abastecer o serviço de bar e também o prato típico. Parte da produção também atende à cozinha da Casa da Nonna.


Para organizar os trabalhos, a coordenação dividiu a atuação da equipe por atividade: cozimento do macarrão, preparo do molho, fritura do frango, fritura da polenta... Cerca de 70 voluntários se revezam, trabalhando nos dois finais de semana.


O preparo do prato típico em bandejas fechadas desde 2011 foi outro fator que otimizou o trabalho na cozinha, pois os voluntários podem começar a prepará-los uma hora antes de começar a servir. Antes, o prato típico servido em prato aberto tinha que ser montado na hora, causando filas e ocupando mais voluntários.


Outro fenômeno libertador para a cozinha da Festa foi o 'Tombo da Polenta Gigante', com 1.000 quilos de polenta por vez, abastecendo a cozinha com o alimento na versão mole e dura.


A aquisição de utensílios de maior capacidade estão entre as recentes inovações que têm trazido mais segurança e tranquilidade para o ambiente mais quente e movimentado do evento.


A cozinha é o coração da Festa da Polenta. É de lá que sai a polenta, a grande inspiração de padre Cleto Caliman ao criar o evento para reunir as famílias de Venda Nova.


 


PAIOL DO NONNO


O Paiol do Nonno recria o passado ao reproduzir no ambiente da Festa da Polenta um pouco do dia a dia da vida rural, em especial a rotina dos homens trabalhando na roça e no entorno da casa da família.  Além de utensílios, ferramentas e diversas peças antigas, o espaço oferece delícias da culinária típica, como torresmo, caldo de cana e diversas porções.


Ferramentas como machado, grupião, foice e cangalha faziam parte da rotina de antigamente e hoje adornam e contam um pouco da história do lugar. Expostas no Paiol do Nonno, essas e outras ferramentas encantam pela funcionalidade.


Os voluntários, muitos nonnos acima dos 70 anos, demonstram para os visitantes como funcionam várias ferramentas e equipamentos. Eles exibem toda a sua habilidade em fazer caldo de cana (ao vivo no engenho tocado a boi) e ainda a bebida se transformar em açúcar mascavo.


Mesmo dependente dos talentos culinários da mulher, eles se viravam bem e na chapa quente do fogão improvisado eles assavam banana, milho, inhame e preparavam outros alimentos.


No Paiol do Nonno estão armazenados os milhos plantados, cultivados e colhidos para fazer a polenta da Festa. Eles enfeitam o ambiente e estão por lá para quem quiser experimentar o debulhe. Basta dar uma passadinha por lá.


Toda essa movimentação sempre foi e é pontuada pela alegria musical. O Paiol do Nonno conta com estrutura de bar, com venda das comidas e delícias típicas, e de uma minicozinha e uma programação musical para quem gosta de forró. É a roça da Festa da Polenta.


 


NO PUXADO DA NONNA TEM GASTRONOMIA TRADICIONAL


O pão quentinho feito na hora é um dos atrativos do 'Spiover da Nona', que no dialeto quer dizer Puxado da Nonna. Mulheres com vestidos floridos, aventais, lenços e outras indumentárias lembram com suas vestes, palavras e receitas o bom aconchego da cozinha da nonna.


Funcionando desde 2012 num espaço anexo à Casa da Nonna, o Puxado relembra as delícias produzidas que tornavam mais gostosos o café da manhã ou da tarde. Também têm as receitas para aquecer as noites frias, como a minestra, que é o macarrão caseiro com caldo de feijão.


Para fazer a deliciosa minestra, as mulheres fazem macarrão na hora, diante dos olhos do público da Festa da Polenta. O caldo de feijão fica pronto antes, pois é preparado ainda em casa por uma das voluntárias que cozinha, bate e coa. Vasos de salsa, cebolinha, sálvia, tomilho e manjericão enfeitam as floreiras do puxado e fornecem os temperos e ervas para o preparo do pesto, que compõe o tempero do prato.


É com muita alegria que a mulherada prepara a broa de milho com açúcar mascavo, que é assada sobre a folha de bananeira. Têm ainda o pão de polenta recheado com linguiça, o pão caseiro doce, cuja massa dá origem aos simpáticos pães em forma de jacaré. A meninada adora!


A sopa de galinha caipira e o nhoque de polenta também estão no cardápio.  E, assim como outros, o preparo pode ser observado do balcão, de onde o público faz fotos e também os pedidos.


 


VILA CENOGRÁFICA REPRODUZ CASARÕES E OUTRAS FACHADAS DENTRO DA FESTA DA POLENTA


Uma Vila Cenográfica na praça de alimentação leva o público da Festa da Polenta para uma viagem no tempo. Portas, janelas e varandas de verdade compõem o casario de 360 metros quadrados de construção, com 12 fachadas de casas e uma torre de igreja com volume.


É um cenário que parece muito real onde também foi construída uma réplica da casa do padre Cleto Caliman, fundador da Festa da Polenta e que dá nome ao centro de eventos. Com três pavimentos (pois o sótão funcionava como um 'terceiro andar'), o velho casarão onde nasceu o primogênito está representado por uma fachada e é o primeiro da direita pra esquerda.


Com a troca da estrutura em madeirite pela atual há quatro anos, as janelas e varandas no segundo pavimento são reais, aonde é possível chegar e ter uma vista privilegiada dos festejos, enquanto ao fundo tem-se a vista completa do movimento na cozinha, com todo seu calor, fumaça e correria dos voluntários que movimentam a parte mais importante dos festejos.


A vila reproduzia fachadas das cidades italianas e foi projetada pela arquiteta Cátia Perim e erguida em 2000. A Afepol planejou refazer a vila, devido ao desgaste da madeira do painel e o novo projeto ficou a cargo de Washington Pereira, em parceria com a decoradora Sônia Cunha. Foram dois anos de pesquisa, tendo como fonte técnica o livro do arquiteto Júlio Posenato, especialista no estudo da arquitetura dos imigrantes italianos no Brasil.

ESTRUTURA FÍSICA PARA ATENDER AO GRANDE PÚBLICO


Com uma frequência que soma mais de 40 mil pessoas durante toda a programação, a Festa da Polenta chega reunir simultaneamente cerca de 11 mil, como nos horários de pico durante o almoço dos domingos. Para receber com conforto este público, formado em sua maioria por famílias, a organização disponibiliza uma boa quantidade de mesas, cadeiras e bancos.


Nos últimos eventos foram alugados 900 jogos de mesas com quatro cadeiras e mais mil cadeiras avulsas, totalizando 4.600 assentos. A Associação Festa da Polenta- Afepol tem 60 mesões de madeira, com dois bancos cada, significam mais 600 assentos, pois podem compartilhados por 10 pessoas ao mesmo tempo.


Os mesões de madeira fazem parte do patrimônio da Afepol e foram criados a partir da ideia dos próprios voluntários, preocupados em dar conforto ao público, principalmente na hora do almoço. O público aumentou mais ainda com o passar dos anos, o que fez com que a organização passasse a alugar mais mesas e cadeiras.


Várias mesas ficam dispostas ao longo dos três galpões e algumas empilhadas, à espera de quem precise delas. Com esta forma de organização, os frequentadores da Festa da Polenta sabem que podem ir para o Centro de Eventos na certeza que poderão se acomodar com tranquilidade.


Além dos três galpões, a Festa da Polenta conta com estruturas menores oferecidas pela Casa da Nonna (que conta uma cobertura adicional onde ficam mesas e cadeiras). Dentro da Casa, uma maravilhosa cozinha ostenta em seu centro um fogão à lenha em pleno funcionamento. Têm cafezinho, banana, polenta e queijo na chapa. Têm ainda as nonas bordadeiras e um quarto, todo montado como antigamente. É muita poesia num espaço só!


Logo em anexo, tem o Spiover da Nonna, ou Puxadinho da Nonna, que é uma cozinha aberta e do balcão o público aprecia a produção de pães e várias receitas maravilhosas. A cobertura com cadeiras e mesas é compartilhada com a Casa da Nonna, permitindo a livre circulação entre os dois espaços.


E o Paiol do Nonno! Lá, além de mesas e cadeiras conta com um amplo espaço do Campo Municipal de Bocha, cuja pista de rolamento é usada para dançar e a arquibancada para sentar. Quem não quer dançar pode apreciar outras delícias da culinária, assim como a produção de açúcar mascavo.


Na Adega (ou Casa do Vinho) o público apreciador da bebida conta com um espaço pra lá de especial. Além de acomodar bem, oferece o vinho na temperatura ideal, conforme permite a adega climatizada.


Estes espaços fora dos três principais galpões se tornaram grandes atrações dentro do evento e há quem prefira ficar em um deles praticamente todo o tempo que passa na Festa. São muitos espaços de sombra e conforto, onde o público pode apreciar boa comida e boa bebida e ainda se encantar com as demonstrações de carinho e sabedoria dos voluntários da Festa da Polenta.


Estrutura da Festa da Polenta


Organização em equipes e seus coordenadores fazem o evento acontecer


Com o crescimento da Festa da Polenta, o volume de trabalho foi aumentando tanto que a sua organização parece mais um ciclo. Um ciclo de trabalho e ações mantido durante o ano todo.


Logo após o evento é feita uma assembleia, onde são votadas as contas e a distribuição dos recursos para as entidades, assim como uma avaliação do evento.


Já no início do ano recomeçam as reuniões semanais da diretoria para definir os principais atrativos e a linha do próximo evento. Paralelo às decisões relativas à Festa do ano corrente, a diretoria e vários voluntários se mobilizam para organizar as ações relativas ao calendário anual cultural mantido pela Afepol, como Plantio do Milho, Serenata Italiana e Colheita do Milho.


Por volta de três meses antes da Festa da Polenta, os trabalhos se intensificam, com a participação da diretoria em reuniões com fornecedores e patrocinadores, além de representar a Afepol em eventos relacionados à cultura do imigrante italiano.


Os coordenadores de equipes também fazem reuniões com os voluntários responsáveis por determinados trabalhos e também com a diretoria para definir as suas ações, afinando-as com a linha geral do evento.


Estrutura da Festa da Polenta- As equipes, o número aproximado de voluntários envolvidos e suas atividades- Todas têm um ou mais coordenadores


Cozinha do prato típico: 88 voluntários. Função: prepara os pratos típicos;


Cozinha do bar: 183, produz iguarias vendidas em porções;


Recepção para o almoço: 19, organiza as filas;


Bar - 204, atende diretamente o público na entrega de bebidas da Festa da Polenta;


Limpeza: 250, recolhe pratos e copos usados e limpa as mesas;


Portaria: 57, controla entrada e saída do público.


Portaria do menor: 17;


Paiol do Nonno: 61, prepara o cenário e a programação do local que reproduz os antigos costumesrurais;


Casa da Nonna: 86, prepara o cenário e a programação do local que reproduz costumes antigos;


Puxadinho da Nonna: 24, faz demonstração de produção de pães e biscoitos, assados no forno de barro;


Panelão Gigante: 27, prepara a Polenta Gigante;


Vinho: 38, venda da bebida;


Armazém: 31, comercialização de souvenirs;


Faixa da Polenta: 32, faz reparos e instala a faixa FESTA DA POLENTA e também participam de outras equipes da Festa;


Desfile das Famílias - 10, organiza a participação das famílias no desfile das manhãs dos dois sábados da Festa da Polenta;


Desfile: 11, seleciona as pré-candidatas a Rainha, ensaia e orienta;


Grupo de Ballo Granello Giallo: 27;


Coral Sol da Manhã: 44;


Dei Bambini: 46 - se apresentam na Festa e durante todo o ano representando a Afepol.


Camarim: 13, prepara espaço para receber os artistas;


Compras: 02, faz tomadas de preço e compra toda matéria-prima da cozinha, do bar e outros setores;


Finanças: 220, vende as fichas e ingressos, sob a organização da diretoria financeira, e ainda controla a entrada e saída de recursos e toda a prestação de contas;


Almoxarifado: 7, controla a entrada e saída de produtos de limpeza e de consumo;


Infraestrutura - 12, montagem e desmontagem de toda infraestrutura móvel dentro do Centro de Eventos.


Ornamentação: 41, ornamenta os galpões e o palco do desfile de eleição da Rainha;


Comunicação Visual: 10, organiza a sinalização dentroe fora do Centro de Eventos;